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A origem de toda corrupção a verdadeira historia do descobrimento do Brasil ( parte 2 )


Ola a todos!!!!

hoje quero dar continuidade a um assunto que deixei pendente aqui, a origem de toda corrupção, a verdadeira história do Brasil que não contam na escola, vimos em postagens passadas ( ver marcador nada alem da verdade ) que: o Brasil não foi "descoberto" em 22 de abril de 1500, conforme regularmente se ensina (e se comemora) e que a missa aqui celebrada em 26 de abril também não foi a primeira, em seguida, convém registrar que o "descobrimento" não se deu por acaso, como se costuma (ou se costumava) ensinar nos livros escolares, que o nome Brasil não veio do pau-brasil, e finalmente, quem nos colonizou não foram só bandidos degredados e gente da pior espécie, conforme se afirma injusta e inveridicamente.

Pois bem... Neste post quero dar continuidade a esse assunto, é do conhecimento das pessoas mais evoluídas que existem aspectos, ou mesmo fatos na História, ou ainda até a própria História que são deliberadamente omitidos ou ocultados por razões de quem tem o poder ou de quem quer se proteger dele.

Acreditar, como é ensinado por exemplo no Brasil, que seu descobrimento se deve a uma chegada fortuita e, mais, que o interesse pelo monopólio das especiarias motivou a expansão marítima portuguesa e os descobrimentos é ter, como diz Antônio Quadros, a visão limitada das pessoas que só enxergam até onde a miopia do dinheiro lhes permite.

Veja a primeira parte dessa postagem AQUI

A VERDADEIRA HISTORIA DO DESCOBRIMENTO DO BRASIL ( PART 2 )

O Plano da "Descoberta"



Se quem conseguiu primeiramente sucesso nas navegações portuguesas foram os reis D. Dinis e Afonso IV, o monarca que ficou com a fama dos descobrimentos foi D. Manuel, o Venturoso, pois foi ele quem tratou da oficialização perante o mundo da descoberta do Brasil. O alegado "descobrimento casual" foi, na verdade, resultado de um plano cuidadosamente preparado durante séculos pelos reis templários lusitanos.

Foi esse plano que levou o rei D. Dinis a reflorestar Portugal, plantando os pinhais para fornecer madeira para as embarcações, duzentos anos antes do "descobrimento" oficial, e a criar a primeira armada portuguesa, com auxílio de navegadores genoveses. Depois disso, os reis dele descendentes continuaram o projeto de chegada à "terra prometida".

Os mapas e registros dessa terra e das correntes marítimas para a ela chegar (oriundos dos navegadores fenícios e hebreus), juntamente com profecias detalhadas sobre esse longínquo mundo, teriam passado ao poder dos cavaleiros templários quando, no século XII, fundaram a Ordem do Templo em Jerusalém, no mesmo local onde antes se situara o templo de Salomão.

A Origem Templário (Espiritual ) dos Descobrimentos


Assim como o Império Romano se deveu ao estoicismo( doutrina filosófica ), Portugal do século XV ao XVI foi dono da metade do planeta e ainda invencível em terra e nos mares porque tinha um alvo muito além do mero interesse pelas riquezas, que certamente houve.

O Porto do Cálice ou Porto do Graal (Portugal), país templário por excelência, era naquele período um conjunto de forças e aspirações superiores condensados num só sentido: a expansão da fé de Cristo e a formação do Reino do Espírito Santo, baseado na tradição templária, com sua visão joanina, fundamentada na doutrina de Gioachino di Fiori sobre o advento da Terceira Idade - impelia-os a fé no destino de uma pátria messiânica portuguesa.

O principal motivo secreto dos descobrimentos, como bem assinalam Antônio Quadros e outros autores, foi de ordem espiritual: o desejo de construir o Quinto Império ou reino do Espírito Santo no mundo.

Para tanto,ambicionavam chegar à Grande Ilha que, segundo as profecias, estaria destinada para tal propósito.

Historiador Rainer Daenhardt

Rainer Daenhardt, historiador alemão, afirma que não é por acaso que os grandes navegadores portugueses dos séculos XV e XVI eram membros das ordens de Cristo e de Avis, nem é por motivos fortuitos que levavam em suas embarcações a cruz da Ordem de Cristo nas velas.

"A expansão do mundo português não foi o resultado ocasional de aventureiros que se lançaram à procura de conquistas de novas rotas marítimas para enriquecerem rapidamente e de qualquer maneira. Na História escrita por mãos portuguesas não houve a aniquilação sistemática de povos, religiões ou culturas, ao primeiro contato, como a extinção dos astecas, no México, dos Incas no Peru e dos Guanches nas Canários, por exemplo. Com a Ordem de Cristo foi tudo diferente.

Para esse escritor, a expansão portuguesa não foi sempre pacífica, mas de qualquer modo, uma pequena nação pôde escrever páginas significativas na História da Humanidade, sem impor extermínio de populações. Foram cavaleiros iniciados que navegaram por todos os mares e levantaram padrões com símbolos da Ordem de Cristo, da Cruz de Avis e da Cruz das Quinas, circundada pelo escudo dos castelos.

Afirma Daenhardt que a orientação da Ordem de Cristo, que supervisionava toda a expansão marítima, imprimiu uma vontade férrea à atuação portuguesa, liderada por cavaleiros iniciados, vivos exemplos de uma interpretação da fé, bem diferente da missão que lhes estava destinada. Essa já era a força da "Fé de Portugal".

O nome Brasil não veio de "Pau-Brasil"


Conforme foi afirmado em posts passados ( ver marcador nada alem da verdade ), o nome Ilha Brasil já existia antes do descobrimento oficial do Brasil por Pedro Álvares Cabral – quando, em 1343 o navegador Sancho Brandão representou o continente com o nome de Ínsula Brasil ou Brandam.


O pesquisador Felipe Cocuzza explica que "durante a Idade Média, a lendária Ilha Brasil povoou a poesia, os mapas, as tradições, as profecias e o folclore. A palavra Brasil tem duas etimologias convergentes: o germânico brasa, que passou ao Latim e ao Português, de onde veio a designação pau-brasil, devido à cor vermelha e o celta BRAS ou BRES, paralelo ao inglês BLESS que significa benção; prende-se ainda ao hebraico BRACHA (ch aspirado como em alemão) também com o sentido de benção e ao sânscrito BRHAMA da raiz BRITH, expandir, irradiar; brilhar, com o sentido de Deus, benção, suma ventura. Portanto, Ilha Brasil quer dizer Ilha Abençoada.


Livres-Pensadores, não Degredados

Diversos autores apontam que uma das maiores injustiças feitas ao Brasil é dizer que foi povoado por degredados, gente da pior espécie. Ao mesmo tempo, a história ensinada nos bancos escolares salienta, é claro, que os Estados Unidos foram colonizados por pessoas da melhor espécie. Autores como Cocuzza, Varnhagen, João Francisco Lisboa, entre outros, desmentiram essas duas falsidades infelizmente arraigadas na mente do povo por força de um ensino errôneo.

Na verdade, a maior parte dos degredados não eram prisioneiros de crime comum, mas livres-pensadores perseguidos por motivos ideológicos (Inquisição) como cristãos novos e humanistas. Não nos podemos esquecer, em honra dos portugueses, do belo trabalho efetuado pelos jesuítas (Nóbrega. Anchieta) com suas missões, e pelos franciscanos da Ordem Terceira. As duas ordens religiosas trouxeram ao Brasil a tolerância racial, o culto ao Espírito Santo, a Festa do Divino e o sonho de realizar o Reino de Deus na Terra.

Saliente-se o povoamento feito por levas de famílias açorianas que se fixaram no Rio Grande do Sul - ou que fundaram, entre outros Estados, o do Espírito Santo, cuja capital, significativamente, chama-se Vitória.

Entre os degredados vindos ao Brasil, para felicidade de nossa terra, estavam os festeiros do Divino, que na Europa estavam sendo perseguidos pela Inquisição por anunciarem o futuro Império do Espírito Santo. Neste país, eles organizaram as festas que existem com pujança até os dias de hoje.

Constitui portanto uma insensatez dizer que foi má sorte para o Brasil ter sido colonizado pelos portugueses; que seria melhor termos sido colonizados pelos ingleses, franceses, holandeses, etc. É só ver o racismo, a intolerância e o clima insuportável existente nas terras colonizadas por tais países, para suspirarmos aliviados por termos sido um país descoberto e povoado por lusitanos.


ufa!!!!!

É pessoal vou parar por aqui, mas eu volto com outros artigos, em busca de descobrir a origem de toda corrupção no Brasil, infelizmente tudo que postamos aqui sobre a real história do Brasil que não contam na escola é apenas o começo, é triste saber que já crescemos sendo enganados.

Salvem nossas criancinhas...



Fonte de pesquisa ( ateliê de histórias professor Alexandre )

6 Comentários:

Macieluxcitânia rebobinou e disse...

Ainda bem Marcos , que há Brasileiros que assim pensam .
Infelizmente , a "história" foi propositadamente contada(de há uns 50 anos para cá) dessa maneira deturpada ,não só aí , mas aqui em Portugal também .
Porquê? Não tenho a certeza , mas posso calcular .
Tenho tido muitas discussões acesas com brasileiros que odeiam Portugal e com portugueses( que se dizem portugueses) que OFENDEM a nossa História Gloriosa e os nossos Bravos e Honrados Antepassados .
Portugal Vencerá , apesar de os seus piores inimigos serem criaturas nascidas cá e que se dizem portuguesas .
Aproveito para lhe divulgar um livro fantástico do Rainer ( para além de outros ), HOMENS , ESPADAS e TOMATES :


Pode encontrá-lo(s) aqui : http://www.zefiro.pt/

« HOMENS, ESPADAS E TOMATES

Rainer Daehnhardt

FEITOS HERÓICOS DOS PORTUGUESES NOS DESCOBRIMENTOS
As suas Armas e as dos seus Adversários

A História de Portugal encontra-se repleta de actos de bravura e heroísmo que são demonstrados em situações que desafiam a lógica. O que tornou isso possível e com que armas se confrontou um tão escasso número de portugueses contra exércitos substancialmente superiores?

O estudo comparativo do armamento utilizado esclarece as razões pelas quais foram assumidos certos riscos. Porém, a superioridade das armas lusas não explica tudo. Sem dúvida que a razão principal reside na coragem, qualidade, fé e convicção dos homens que defendiam as suas vidas, bem como a sua lusa identidade.

UMA OBRA QUE NARRA MUITOS CASOS EXTRAORDINÁRIOS DE CORAGEM E HEROÍSMO DOS PORTUGUESES E DÁ A CONHECER AS ARMAS DE AMBOS OS LADOS COMBATENTES

«Não houve outra nação a par da portuguesa que, com tão poucos homens, tivesse escrito páginas tão significativas na História da Humanidade.»

Alguns Feitos Históricos Surpreendentes Relatados Neste Livro:

• 600 portugueses defenderam a fortaleza de Diu num cerco de vários meses contra 70 galés turcas e um exército de terra de 23.000 homens. Após a perda de milhares de homens os turcos desistiram, considerando os portugueses invencíveis. No final do confronto restavam apenas 40 guerreiros portugueses capazes de lutar.

• Um piloto português veio da Índia para Portugal num pequeno barco a remos com uma só vela, tendo o Rei D. João III mandado queimar a minúscula embarcação para não constar que uma viagem destas fosse possível.

• Um português desafiou sozinho um exército turco de milhares de guerreiros para recuperar um capacete perdido que lhe tinha
sido emprestado.

• Cinco portugueses tomaram uma galé turca de 150 guerreiros.

• Dois portugueses defenderam um baluarte em ruínas contra 700 turcos, impedindo a sua tomada.

• 120 portugueses conquistaram uma fortaleza defendida por um exército de 50.000 guerreiros.

...»


Abraço da Lusitânia Imortal !

Reve Leicam (Rogério Maciel)

Lu Cidreira rebobinou e disse...

É camarada, fiquei mais rico coma sua postagem, pois o conhecimento veio como se fosse uma injeção na veia.
Gostei e ficarei com os links guardados para uma futura postagem em n meu espaços caso não haja restrições por você.
Abraço

Anônimo rebobinou e disse...

Caro Rainer

Li recentemente seu livro "Homens, Espadas e Tomates".

Obrigado pelo seu trabalho em prol da Cultura, da Memória e da História de Portugal.

Alexandre Reigada

Anônimo rebobinou e disse...

.

Elton Alves rebobinou e disse...

Um país próspero precisa da verdade. Nossa história é forjada e passada para as nossas crianças. Eis o primeiro processo de manipulação do povo. Depois de crescidos, a imprensa tendenciosa faz o resto. Precisamos saber da verdadeira verdade para conduzir um país decente.

Rafael PhD rebobinou e disse...

manda uma bibliografia

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